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Leandro Silva, COO da WMoney, em entrevista sobre análise de risco e operações da plataforma P2P
Leandro Silva, COO da WMoney: dados e análise de risco no comando das operações.
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Conheça quem faz a Wealth Money: entrevista com o COO, Leandro Silva

Leandro Silva é o COO da WMoney — o executivo à frente das operações da plataforma de investimentos P2P. Estatístico formado pela UNESP, com pós-graduação em Administração pela FGV, construiu carreira em grandes instituições do mercado financeiro nas áreas de CRM, inteligência de mercado e risco de crédito. Nesta conversa que fecha a série Conheça quem faz a WMoneyVer artigos sobre #Conheça quem faz a Wealth Money — veja também a entrevista com o CEO Diego Camacho —, ele explica como a análise de dados sustenta as operações, o que é a Régua de Risco e como a empresa constrói confiança num mercado ainda novo.

Que lições da sua experiência em grandes instituições você aplica na WMoney?

"Minha trajetória em grandes empresas do setor financeiro foi marcada por desafios que exigiram decisões orientadas em dados. Aprendi que a análise de dados, aliada a uma boa estratégia de negócios, é fundamental para mitigar riscos e fazer o negócio crescer com sustentabilidade."

"Hoje, na Wealth Money, aplico a mesma filosofia: a análise precisa é essencial. Avaliamos tanto os dados tradicionais, como histórico de crédito, quanto fatores mais complexos, como a capacidade de geração de receita do tomador. Esse rigor nos permite oferecer aos investidores oportunidades atrativas e criteriosamente avaliadas. Nossa meta é sempre equilibrar retorno e risco, priorizando o cliente investidor."

Qual é o papel da análise de risco na seleção das oportunidades?

"A análise de risco é a espinha dorsal da Wealth Money. Sem ela, seria impossível operar em um mercado onde a confiança dos investidores é fundamental. Desenvolvemos modelos que integram dados de birôs e parceiros estratégicos de dados — registros de endividamento e inadimplência — com informações fornecidas diretamente pelos tomadores de crédito, como fluxo de caixa e capacidade de pagamento."

"A leitura conjunta dessas informações nos permite classificar cada empresa que nos solicita crédito em nossa Régua de Risco — o que traz mais clareza tanto para o tomador quanto para quem investiu na oportunidade. Esse tipo de abordagem só é possível porque unimos tecnologia com uma equipe de especialistas em análise de dados."

O processo completo está descrito em como a WMoney avalia as empresas e na página institucional de gerenciamento de riscos.

Como a personalização impacta a experiência do investidor?

"Hoje, o cliente não quer ser tratado como mais um — isso vale tanto para um investidor de grande porte quanto para alguém que está começando. No CRM, aprendi que conhecer o comportamento, as preferências e o momento de vida do cliente é essencial para entregar uma experiência que o encante."

"Na Wealth Money, investidores que preferem retornos mais estáveis recebem conteúdos e comunicações diferentes de quem busca oportunidades de maior risco. Além disso, oferecemos relatórios personalizados, que mostram o desempenho de cada investimento e ajudam nossos clientes a entender onde e como estão obtendo seus resultados. É essa atenção aos detalhes que transforma um investidor em um parceiro de longo prazo."

Como vocês lidam com a questão da confiança dos investidores?

"A confiança não se constrói da noite para o dia, especialmente em um segmento relativamente novo como o P2P. A primeira prática é a transparência: todo investidor tem acesso a informações detalhadas sobre as empresas em que pode investir — garantias envolvidas, classificação de risco, faturamento, prazo, site e até o Instagram da empresa. Isso permite decisões embasadas, com clareza sobre os possíveis resultados."

"Além disso, mantemos um canal aberto para esclarecer dúvidas: temos um time em constante contato com os clientes, que pode oferecer informações mais aprofundadas sobre as oportunidades. Outro fator crucial é o histórico — manter um registro transparente de resultados fortalece a percepção de credibilidade."

Qual o maior desafio e a maior fortaleza do P2P no Brasil?

"O maior desafio, sem dúvida, é a educação financeira. Muitos investidores ainda veem o P2P como algo arriscado porque falta conhecimento sobre como a modalidade funciona e como o risco é gerenciado. Por outro lado, a grande fortaleza desse modelo está no impacto que ele gera: no Brasil, onde empresas frequentemente enfrentam dificuldades para acessar crédito em bancos tradicionais, o P2P oferece uma alternativa viável, flexível e eficiente."

"Além de buscar retorno competitivo para os investidores, nosso trabalho ajuda o crescimento de negócios de diferentes segmentos. É muito satisfatório ser um agente catalisador da economia, conectando empresas a investidores de forma vantajosa para todas as partes. Temos o objetivo de transmitir isso cada vez mais para nossos clientes e para todo o mercado."

Perguntas frequentes

Quem é o COO da WMoney?

Leandro Silva, estatístico formado pela UNESP com pós-graduação em Administração pela FGV. Antes da WMoney, atuou em grandes instituições financeiras nas áreas de CRM, inteligência de mercado e risco de crédito. Conheça a diretoria executiva completa.

O que é a Régua de Risco da WMoney?

É a classificação que a WMoney atribui a cada empresa que solicita crédito, combinando dados de mercado (endividamento, inadimplência) com informações fornecidas pela própria empresa (fluxo de caixa, capacidade de pagamento). A classificação aparece para o investidor junto de cada operação — com prazo, garantias e demais condições.

Quem mais faz parte da liderança da WMoney?

A série "Conheça quem faz a WMoneyVer artigos sobre #Conheça quem faz a Wealth Money" traz também as entrevistas com o CEO Diego Camacho, o CTO Rodrigo Batista e o CFO Renato Pires.

Este conteúdo é informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento. Investimentos P2P envolvem riscos, incluindo a possibilidade de inadimplência das empresas tomadoras, e não contam com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Rentabilidades variam por operação e não são garantidas. Avalie seu perfil e seus objetivos antes de investir.
Jéssica Rua

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