

Renato Pires é cofundador e CFO da WMoney. Economista com MBA em Finanças, construiu a carreira no crédito privado — passou pela CETIP, no registro, custódia e liquidação de valores mobiliários, e atuou como consultor em reestruturação e expansão de empresas — antes de cofundar a plataforma de investimentos P2P. Nesta conversa da série Conheça quem faz a WMoney Ver artigos sobre #Conheça quem faz a Wealth Money— veja também a entrevista com o CEO Diego Camacho —, ele fala dos riscos do P2P e de como mitigá-los, do perfil de quem investe na plataforma e do que aconselha a quem está começando.
"Minha trajetória no mercado financeiro começou logo após a faculdade, mas minha experiência foi se consolidando ao longo de anos em diferentes frentes. Antes de cofundar a Wealth Money, trabalhei na CETIP, atuando no registro, custódia e liquidação de valores mobiliários — isso me deu bagagem nos principais produtos de renda fixa e crédito privado, como FIDC, CDB, LCA, LCI e debêntures."
"Em seguida, trabalhei como consultor estratégico de negócios, ajudando empresários a reestruturar suas empresas e expandir seus negócios, sempre com foco na compreensão dos processos financeiros para uma melhor tomada de decisão. Depois, atuei como consultor de empresas e investimentos, avaliando a viabilidade de novos negócios e cuidando diretamente dos investimentos dos meus clientes."
"Essa bagagem me deu uma visão bastante ampla, tanto sobre a necessidade de estruturar bem as finanças de uma empresa quanto sobre os riscos e oportunidades que os investidores enfrentam. Foi essa combinação que me levou a cofundar a Wealth Money, com o propósito de conectar quem busca crédito com quem pode investir, de uma maneira mais transparente e eficiente."
"Como em qualquer investimento, existem riscos associados ao P2P lending. Os principais são a inadimplência dos tomadores de crédito e a falta de liquidez, já que os investimentos em P2P não têm prazo de resgate imediato."
"Para diminuir esses riscos, realizamos uma análise de crédito minuciosa e contínua, considerando não apenas dados financeiros, mas também o histórico do tomador e o setor de atuação dele. Além disso, promovemos a diversificação, permitindo que os investidores distribuam seus aportes entre diferentes empresas — o que reduz a exposição a um único risco."
O processo que o Renato descreve está detalhado em como a WMoney avalia as empresas antes de cada operação.
"Esse é um dos maiores desafios que enfrentamos. Para atrair novos investidores, precisamos demonstrar que nossa plataforma é segura e oferece oportunidades transparentes. Trabalhamos para assegurar a transparência em todos os processos, disponibilizando informações detalhadas sobre as oportunidades de investimento e os tomadores de crédito. Também contamos com um time de assessores preparado para esclarecer dúvidas e fornecer informações relevantes sobre o mercado. Ao criar uma base sólida de confiança, atraímos novos investidores enquanto mantemos nosso compromisso com a segurança."
"Sim, definitivamente. No começo, os investidores em P2P eram pessoas com maior tolerância ao risco e interesse em novas alternativas de investimento. Atualmente, temos visto um aumento no número de investidores mais conservadores, que buscam diversificar suas carteiras e passam a considerar o P2P como uma opção viável."
"O investidor típico da Wealth Money hoje é alguém que busca uma rentabilidade potencialmente superior à de produtos como a poupança e o CDB — entendendo o risco envolvido —, mas que também valoriza a segurança, a flexibilidade e a transparência nas informações."
"Meu conselho é que, antes de investir, os novos investidores busquem se educar sobre o funcionamento do mercado de P2P. É fundamental entender os riscos envolvidos e as diferentes opções disponíveis. Também sugiro começar com um valor que não comprometa sua estabilidade financeira e diversificar os investimentos dentro da plataforma. E, acima de tudo, mantenha uma comunicação aberta com a equipe de assessores e tire suas dúvidas — isso é essencial para uma experiência de investimento positiva."
Para colocar os conselhos em prática, veja como começar a investir em P2P.
Renato Pires, economista com MBA em Finanças e cofundador da empresa. Antes da WMoney, atuou na CETIP com registro, custódia e liquidação de valores mobiliários e trabalhou como consultor de negócios e investimentos. Conheça a diretoria executiva completa.
Segundo o CFO da WMoney, os dois principais são a inadimplência das empresas tomadoras e a falta de liquidez (as operações têm prazo definido, sem resgate imediato). A mitigação vem da análise de crédito criteriosa e da diversificação entre operações — e vale lembrar que investimentos P2P não contam com garantia do FGC.
A série "Conheça quem faz a WMoney" traz também as entrevistas com o CEO Diego Camacho, o CTO Rodrigo Batista e o COO Leandro Silva.
Este conteúdo é informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento. Investimentos P2P envolvem riscos, incluindo a possibilidade de inadimplência das empresas tomadoras, e não contam com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Rentabilidades variam por operação e não são garantidas. Avalie seu perfil e seus objetivos antes de investir.

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